Tem dias que me sinto invisível
Como se ninguém me pudesse ver
Imersa numa bolha de silêncio
Vazio
e ausências tão profundamente sentidas
Mas as piores ausências
São as que vêm com a falta de afeto
Quando o outro até te olha
Mas não te vê
Essas, não há tinta
Não há pó
Não há nada que te faça sentir visível
Se só olhares, o banco está vazio
Se puder ver, há nele uma mulher
Sempre à espera de amor
Sentada, no frio
E que seria do amor se não fossem as infinitas dores que aguçam os poemas?
Como se ninguém me pudesse ver
Imersa numa bolha de silêncio
Vazio
e ausências tão profundamente sentidas
Mas as piores ausências
São as que vêm com a falta de afeto
Quando o outro até te olha
Mas não te vê
Essas, não há tinta
Não há pó
Não há nada que te faça sentir visível
Se só olhares, o banco está vazio
Se puder ver, há nele uma mulher
Sempre à espera de amor
Sentada, no frio
E que seria do amor se não fossem as infinitas dores que aguçam os poemas?

2 comentários:
Amei! Adorei esse jogo das palavras, fantástico! Senhora, dona poetisa!
Abs,
Obrigada Geise!!!! às vezes a inspiração passa por aqui. ;) Bjs
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